De acordo com a investigação conduzida pela DECOR, após a deflagração da operação foram reunidos novos elementos de informação que, em tese, apontam para a continuidade de práticas destinadas à ocultação de provas, interferência na produção probatória e alinhamento de versões entre investigados.
Diante desse cenário, a autoridade policial representou pelas prisões preventivas, medidas posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário. Já foram detidos um servidor público com atuação na área de planejamento estratégico da Secretaria Municipal de Saúde e uma gestora municipal na mesma área.
Além das duas prisões cumpridas nesta data, também foi expedido mandado de prisão preventiva contra Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pelas investigações como articuladora dos interesses da organização social e uma das principais operadoras do esquema investigado. No entanto, ela não foi localizada durante as diligências e é considerada foragida da Justiça.
A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa contribuir para a localização da foragida seja repassada às forças de segurança pelos telefones (63) 3901-7202 ou (63) 3901-7203. O sigilo da identidade do denunciante é garantido.
Operação Falsa Emergência
A Operação Falsa Emergência foi deflagrada pela Polícia Civil do Tocantins com o objetivo de apurar possíveis crimes contra a Administração Pública, falsidade documental, associação criminosa e lavagem de capitais relacionados ao termo de colaboração firmado para a gestão das UPAs de Palmas.
As investigações seguem em andamento e visam ao completo esclarecimento dos fatos, bem como à responsabilização de todos os envolvidos, observados os princípios do devido processo legal e da ampla defesa.
Fonte: SSP-TO